Virei mecânica porque cansei de ser enganada nas oficinas de carros!

A gente já tá quase em 2017 e ainda tem gente achando que a mulherada não pode fazer um monte de coisa! Chega naquela rodinha da galera falando sobre o jogo de futebol do domingo pra você ver se não vai ter, pelo menos, uma pessoa achando estranho! Ah, e tem uns serumaninhos achando que a gente também não pode exercer algumas profissões, tipo ser pedreira que nem a Geisa! Quem entende bem disso é a Dani, que virou mecânica quando cansou de levar voltas dos homens nas oficinas por não entender nada do que tava acontecendo. Dá uma olhada na história dela!

  • A Dani não tem medo de meter a mão na massa (ou na graxa) pra deixar os carros dos clientes novinhos em folha!

    A Dani não tem medo de meter a mão na massa (ou na graxa) pra deixar os carros dos clientes novinhos em folha!

  • Quando a cliente não pode ficar pra acompanhar o serviço, a equipe da Dani manda todos os passos pelo WhatsApp!

    Quando a cliente não pode ficar pra acompanhar o serviço, a equipe da Dani manda todos os passos pelo WhatsApp!

  • Dá pra acreditar que tem cara que vira as costas quando vê essas mulheres em ação?

    Dá pra acreditar que tem cara que vira as costas quando vê essas mulheres em ação?

  • E não é porque ela é mecânica que o visú fica de lado: dá uma olhada na botinha rosa que é marca registrada da Dani!

    E não é porque ela é mecânica que o visú fica de lado: dá uma olhada na botinha rosa que é marca registrada da Dani!

  • A Dani não tem medo de meter a mão na massa (ou na graxa) pra deixar os carros dos clientes novinhos em folha!
  • Quando a cliente não pode ficar pra acompanhar o serviço, a equipe da Dani manda todos os passos pelo WhatsApp!
  • Dá pra acreditar que tem cara que vira as costas quando vê essas mulheres em ação?
  • E não é porque ela é mecânica que o visú fica de lado: dá uma olhada na botinha rosa que é marca registrada da Dani!

“Tudo começou quando eu procurei um curso profissionalizante de mecânica do Senai pra aprender a cuidar do meu carro, eu não aguentava mais ser enganada nas oficinas. Fiz as aulas em 2013 e comecei a estagiar pra colocar em prática tudo o que me ensinaram. Durante o ano de estágio, eu comecei a trocar o óleo do carro de algumas amigas e elas foram indicando o serviço pra outras. No fim das contas, consegui tantas clientes que precisei alugar um ponto comercial pra atender todo mundo!

Ser mulher nesse ramo ainda tão masculinizado é difícil pra caramba! Sofro preconceito basicamente todos os dias. Se um homem falha na mecânica todo mundo acha normal, uma coisa que ‘acontece’. Agora, se a mulher falha, já ouço um ‘isso é que dá mulher se meter onde não deve’ ou ‘lugar de mulher é na cozinha’. Acho que se não fosse o amor que tenho pela minha profissão, já teria desistido, mas eu tenho muita paixão pelo que eu faço! Estar embaixo de um carro é um prazer e diversão pra mim (e eu ainda ganho pra isso!).

Já passei e continuo passando por várias situações inusitadas na oficina por ser mulher. Uma das mais comuns é quando um homem entra com o carro, olha pra mim e pergunta se tem um mecânico disponível. Eu falo ‘sou mecânica, posso te ajudar?’ e alguns dão ré e vão embora. Eu continuo tranquila e fazendo o meu trabalho. Infelizmente, são eles que estão perdendo um serviço caprichoso, detalhista, honesto e que não faz gambiarra no carro. A gente ainda garante que tá fazendo tudo direitinho porque, quando o cliente não pode ficar pra acompanhar o trabalho, mandamos tudo pelo WhatsApp. Assim ninguém passa pelo que eu já passei um dia!”

Daniella Lima, 38 anos
Rio Branco - AC

A Dani tá aí pra provar que a gente pode fazer o que QUISER todo dia. Então, que tal perder o medinho e arriscar esses penteados diferentões que tão fazendo sucesso em 2016?

Publicado em: Terça-feira 11 de Outubro de 2016 - 14h32

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