Subi o 3º pico mais alto do país e enfrentei -5 graus num vestido de noiva pelas fotos de casamento dos sonhos

“Aqui em casa eu e Vinícius somos apaixonados por fotos, porque gostamos muito de ter a recordação dos momentos que vivemos. A gente curte sentar depois, ficar olhando e lembrando do que aconteceu, então, na hora de escolher as fotos de casamento, nós fechamos o pacote completo com os ensaios de antes e depois e com as fotos do dia do casamento. Só que eu sempre quis que o ensaio pós-casamento fosse em algum lugar diferente, nada tão óbvio e o Pico da Bandeira (MG) já era um local especial pra nós dois. Como sempre fizemos trilhas e caminhadas, estivemos lá juntos há uns dois anos e foi a montanha mais incrível que já fomos.

Depois de decidir que queria as fotos de pós lá mesmo, primeiro avisei à Rafa, minha fotógrafa, que também é minha amiga há 27 anos. Ela topou na mesma hora! Ela e a irmã trabalham juntas e nunca diriam não ao meu sonho ou ao de qualquer outra noiva. Como também fizemos vídeo lá em cima, fiquei com muito medo do meu videomaker não aceitar. Achei que seria a parte mais difícil, mas enviei um áudio e ele respondeu: “vamos! Mas pode ser amanhã mesmo?”. Tudo foi dando certo no caminho.

  • A Dari contou que, no momento das fotos, não tava ventando tanto quanto acontece normalmente: seria bem pior de encarar se não fosse assim

    A Dari contou que, no momento das fotos, não tava ventando tanto quanto acontece normalmente: seria bem pior de encarar se não fosse assim

  • Eles chegaram no topo do Pico da Bandeira quando o sol tava quase nascendo

    Eles chegaram no topo do Pico da Bandeira quando o sol tava quase nascendo

  • A Dari sempre quis fazer as fotos do ensaio pós-casamento num lugar diferente... e conseguiu!

    A Dari sempre quis fazer as fotos do ensaio pós-casamento num lugar diferente... e conseguiu!

  • No friozinho de leve, nada melhor que o mozão e um cobertor, né?

    No friozinho de leve, nada melhor que o mozão e um cobertor, né?

  • Essas fotos de tirar o fôlego foram feitas por amigas de infância da Dari!

    Essas fotos de tirar o fôlego foram feitas por amigas de infância da Dari!

  • Vamo combinar que valeu MUITO a pena encarar esse frio, né não?

    Vamo combinar que valeu MUITO a pena encarar esse frio, né não?

  • A Dari contou que, no momento das fotos, não tava ventando tanto quanto acontece normalmente: seria bem pior de encarar se não fosse assim
  • Eles chegaram no topo do Pico da Bandeira quando o sol tava quase nascendo
  • A Dari sempre quis fazer as fotos do ensaio pós-casamento num lugar diferente... e conseguiu!
  • No friozinho de leve, nada melhor que o mozão e um cobertor, né?
  • Essas fotos de tirar o fôlego foram feitas por amigas de infância da Dari!
  • Vamo combinar que valeu MUITO a pena encarar esse frio, né não?

No dia do ensaio, nós saímos do Espírito Santo de manhã cedinho e já chegamos em Minas mais ou menos na hora do almoço. Fiz a maquiagem e o penteado antes e chegamos no parque onde fica essa trilha já no pôr do sol, preparados pra acampar e descansar por um dia. Isso porque nossas fotógrafas e o câmera não estão acostumados com essas aventuras e iam subir com os equipamentos nas costas… mas o local onde iríamos acampar estava interditado. Precisamos esperar até as 23h, quando a subida a partir do ponto onde a gente estava era permitida, e fomos. Só paramos pra descansar das 01:50h até as 02:30h e continuamos até chegar no pico às 05:40h. Como a temperatura estava abaixo de zero, quanto mais tempo parados, pior ficava pra continuar a caminhada!

Assim que cheguei lá em cima, gritei “Rafa, corre! O sol já tá nascendo!”. Começamos a correr pra trocar a roupa: eu continuei com a calça e a bota de trilha por baixo do vestido, mas o Vinícius teve que trocar tudo, na frente de todo mundo. Mas foi o nascer do sol mais demorado que já vi! Deus caprichou mesmo pro nosso dia ser especial e tinha que ser naquele. Ao todo, foram quase cinco horas de fotos e sentimos frio, sim, mas graças a Deus não estava ventando como de costume… se estivesse, com certeza seria quase impossível suportar o frio somente com o vestido de noiva, o terno do Vini era bem mais quentinho! Estava fazendo, mais ou menos uns 4 ou 5 graus negativos, mas com a euforia e a alegria do momento foi bem mais fácil encarar as temperaturas baixas.

Uma publicao compartilhada por Dariane Flaviano (@dari_flaviano) em

Nós dois usamos exatamente as mesmas roupas do casamento. Ele o terno claro que eu sempre achei bonito e eu, um vestido que a minha mãe criou, desenhou, modelou, cortou e costurou - e isso tornou tudo muito mais especial. Realizamos um sonho e, em breve, a gente vai encarar outra aventura, sim!’

Dariane Flaviano, 30 anos
Cariacica, Espírito Santo.

Vai casar esse ano e se animou em fazer fotos tão maravilhosas quanto as da Dari? Dá só uma olhada nessa seleção de penteados de noiva que estão bombando em 2017.

Publicado por: Ariel Cristina Borges

Publicado em: Terça-feira 13 de junho de 2017 - 16h06

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