Rolou Comigo: Me trataram TÃO MAL no salão onde fiz BC que aceitei voltar ao relaxamento

Entrar na transição capilar pra valer tá longe de ser uma decisão fácil de se tomar e a gente só tem uma noção disso no momento em que estamos vivendo tudo. Parar de usar química, deixar a raiz crescer, lidar com as duas texturas nos fios e, finalmente, encarar o big chop são etapas de um processo demorado, mas que vale muito à pena. Nessa fase, tudo o que a gente precisa é do apoio dos amigos, da família e dos profissionais que vão dar aquela mãozinha pra que a cabeleira natural cresça e apareça. Infelizmente, não é sempre que isso acontece e foi exatamente o que aconteceu com a leitora que contou a história dela aqui embaixo (e preferiu não se identificar). Dá só uma olhada no que ela disse!

"Eu entrei na transição capilar por dois motivos. O primeiro é que eu era escrava de químicas e chapinha. Era horrível, eu me forçava a fazer sempre, mobilizava todo o meu fim de semana pra isso. Deixei de sair no meu tempo livre porque simplesmente tinha que 'arrumar' o cabelo. Me privei de muita coisa nessa época. O outro motivo é que o meu cabelo nunca evoluía com químicas e chapinha, pelo contrário: ele regredia e mal chegava na altura dos ombros sem estar todo quebrado.

Depois de um ano de transição, decidi que tinha chegado a hora de fazer o big chop. Como usei o cabelo curto por um longo tempo, não foi difícil criar coragem pra fazer o corte e, além disso, o meu cabelo natural já estava na altura dos ombros. Tanto crescimento assim, em apenas um ano, foi o resultado das hidratações e umectações que eu fazia de uma a três vezes por semana.

Fui no salão de uma cabeleireira que a minha mãe conhecia há 15 anos e confiava muito. Chegando lá ela fez uma hidratação no meu cabelo e depois foi cortar, mas o corte acabou ficando extremamente torto. Eu avisei que não gostava de volume e que, por isso, queria um corte reto. Mesmo assim, ela cortou em camadas e eu odiei. Depois que ela percebeu que não ia conseguir resolver, começou a conversar com a minha mãe e a falar que era melhor que eu fizesse um relaxamento. Eu disse que não queria, mas ela continuou a tentar convencer a minha mãe. Quando ela viu que não ia conseguir mesmo, mudou o discurso: começou a falar que nem um relaxamento resolveria porque meu cabelo é afro (ela já tinha dito isso uma vez quando fazia progressiva em mim) e indicou um salão especializado pra 'tirar o volume'.

Como a minha mãe era amiga dela, eu não falei nada, mas tanto eu quanto ela não voltamos mais lá depois disso. Eu fiquei super mal. Cheguei a chorar no banheiro do salão. Me senti realmente a pior pessoa do universo. Lidar com o cabelo quando eu cheguei em casa foi muito difícil. Ele só ficava do jeito que eu queria com creme de tratamento e eu nunca considerei usar um desses como creme pra pentear. Ficava com os fios presos a todo momento e quase não saía de casa. Relaxei o cabelo de novo porque sou impulsiva e precipitada. Não estava tendo os resultados que queria, fiquei extremamente frustrada e desisti. Agora, de volta à transição, pretendo ficar mais um ano deixando o cabelo crescer e fazer o BC num salão especializado em cachos - pra não correr mais riscos".

Se você passou pro algo parecido com essa história, dá só uma olhada nessas dicas pra fazer os cabelos crespos e cacheados crescerem: a gente garante que  elas funcionam! 

Publicado por: Ariel Cristina Borges 

Publicado em: Quarta-feira 13 de dezembro de 2017 - 19h02

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