Rolou comigo: Fiquei presa no trânsito e virei o Ano Novo dentro do ônibus

Escolher o lugar onde a gente vai passar a virada de ano é sempre um momento de dúvida que começa muito tempo antes do dia 31 de dezembro chegar. Em alguns lugares desse Brasil, rola o costume de assistir a queima de fogos de artifício na praia e o Rio de Janeiro é um desses. E foi tentando chegar até esse espetáculo anual que o caminho da Letícia desandou e ela acabou passando a virada do ano num lugar completamente diferente do planejado: dentro do busão mesmo! Ela contou essa história em mais detalhes pra gente e tá tudo aqui embaixo. Dá só uma olhada!

  • Mesmo saindo de casa com três horas de antecedência, ela e os amigos passaram a virada do ano dentro do ônibus

    Mesmo saindo de casa com três horas de antecedência, ela e os amigos passaram a virada do ano dentro do ônibus

  • Depois de finalmente chegarem, eles ficaram por lá só umas duas horas e foram embora: sem a queima de fogos, perdeu a graça

    Depois de finalmente chegarem, eles ficaram por lá só umas duas horas e foram embora: sem a queima de fogos, perdeu a graça

  • A Letícia bem que tentou passar o Ano Novo num lugar legal, mas o trânsito não ajudou

    A Letícia bem que tentou passar o Ano Novo num lugar legal, mas o trânsito não ajudou

  • Mesmo saindo de casa com três horas de antecedência, ela e os amigos passaram a virada do ano dentro do ônibus
  • Depois de finalmente chegarem, eles ficaram por lá só umas duas horas e foram embora: sem a queima de fogos, perdeu a graça
  • A Letícia bem que tentou passar o Ano Novo num lugar legal, mas o trânsito não ajudou

“Tem mais ou menos uns sete anos que eu e um grupo de amigos decidimos passar a virada do ano na praia da Barra da Tijuca, vendo a queima de fogos. O trajeto de onde nós estávamos até a praia, num dia normal, levava uns 50 minutos, no máximo. Pra garantir que daria tempo de chegar, nós pegamos o ônibus às 21h, faltando algumas horas pra virada. O que a gente não esperava é que o trânsito estivesse TÃO ruim.  

Como tinha muita gente tentando chegar na praia, o número de carros naquela direção aumentou e, pra piorar, ainda tinha uma parte do caminho fechada. Por isso, quando deu meia noite, a gente ainda estava parado no engarrafamento, tendo ficado mais de três horas no trajeto. O ônibus estava lotado, tão cheio que a gente tava em pé, mas na hora da virada, o pessoal começou a se abraçar, abrir as bebidas dos coolers e a dar Feliz Ano Novo um pro outro [positividade é uma das coisas necessárias pra ser feliz no Ano Novo, né?]. Depois disso, o ônibus continuou sem andar e chegou uma hora em que a gente desceu porque ninguém aguentava mais ficar ali dentro.

No lugar onde a gente estava quando descemos ainda faltava muito até a praia, então pegamos mototáxis pra chegar lá com duas pessoas em cada garupa porque não tinha mais outra opção. Chegamos lá depois da meia noite, ficamos só umas duas horas e depois voltamos pra casa. Foi um sufoco danado, não vimos queima de fogos nem nada, acabou que foi só o estresse.

A volta pra casa foi mais tranquila porque o povo ficou na praia e o caminho de volta estava vazio. Essa foi a segunda vez em que eu tentei passar o Réveillon na praia: na primeira, rolou uma confusão com gás de pimenta e, na segunda, o engarrafamento. Depois disso, não tentei passar na praia de novo.”

Letícia Santana Ribeiro, 34 anos
Rio de Janeiro, RJ

Chegando atrasada ou não, a produção pro Ano Novo precisa estar NO PONTO. Por isso, se você for dar uma chance pro Réveillon na praia, dá uma olhada nessas dicas MARA de penteados que a gente deu aqui: linda você vai ficar, com toda certeza! 

Publicado em: Sexta-feira 29 de dezembro de 2017 - 12h04

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