Elas contaram os maiores sapos que já engoliram no trabalho: tenso, viu?

A relação de chefe e empregado tem tudo pra ser super de boas quando os dois sabem levar e administrar as funções e atitudes no ambiente de trabalho, mas, infelizmente, não é sempre assim que acontece [e a Paloma sabe bem disso], né? Se a gente procurar direitinho, o que não falta é história de gente que precisa engolir sapo no expediente por causa dos superiores. Tudo bem que algumas situações até dá pra relevar, mas outras, não rola: são de deixar qualquer um com o queixo caído. A gente perguntou lá no Instagram @garnierbrasil se a mulherada de lá tinha algum causo desses pra contar e essas três manas enviaram as histórias delas pra gente. Vem ver!

  • Quando a Mari tava trabalhando de babá, a chefe reclamava que ela não se maquiava... pra fazer serviços domésticos

    Quando a Mari tava trabalhando de babá, a chefe reclamava que ela não se maquiava... pra fazer serviços domésticos

  • A Aline não engoliu apenas UM sapo: foram vários

    A Aline não engoliu apenas UM sapo: foram vários

  • A chefe da Sara tinha um tratamento com ela quando estavam sozinhas e outro quando aparecia alguém... ninguém merece, né?

    A chefe da Sara tinha um tratamento com ela quando estavam sozinhas e outro quando aparecia alguém... ninguém merece, né?

  • Quando a Mari tava trabalhando de babá, a chefe reclamava que ela não se maquiava... pra fazer serviços domésticos
  • A Aline não engoliu apenas UM sapo: foram vários
  • A chefe da Sara tinha um tratamento com ela quando estavam sozinhas e outro quando aparecia alguém... ninguém merece, né?

Mari Silva (@marisilvaw1): "Minha chefe queria que eu fosse maquiada… e eu era babá"

"Eu trabalhava como babá em uma residência e quase todos os dias a minha patroa fazia comentários do tipo: 'você não se maquia, nunca vem arrumada!'. Eu sempre ficava quieta e nunca respondia, mas uma vez resolvi falar e disse 'só me maquio quando vou sair'. Ela tentou argumentar falando que quando eu ia pra casa dela, saia de casa, mas nessa hora eu não aguentei e respondi: 'como que vou me arrumar e maquiar pra vir limpar cocô?'. Sabe, eu passava o dia inteiro com o bebê e, na minha opinião, não precisava estar toda arrumada pra isso e pra fazer serviços domésticos. Eu sou vaidosa e gosto de me arrumar, sim, mas faço isso quando quero e não quando os outros me dizem pra fazer".

Jacqueline Ferreira (@qlineferreira): "Os absurdos que já ouvi dariam um livro"

"Engolir sapo do chefe é mais comum do que imaginamos. Eu já ouvi tantos absurdos que dariam um livro. Um entrevistador já me disse que não poderia me contratar mesmo que tivesse gostado de mim porque o público dele era classe A (eu acredito que tenha sido por causa do meu cabelo e da minha pele). Isso aconteceu há dez anos, mas os 'sapos' continuam lá, nas empresas. Eu, inclusive, anotei em um caderno todos os absurdos que ouvia dentro das organizações e eles vão de 'cale a boca porque você está falando com um gerente' até 'a empresa não devia contratar mulher pois engravida muito e é prejuízo'. Em alguns momentos foi possível reagir, outros não, mas isso me ensinou muito. Além de saber como devo me comportar, percebi que não estudei, me desenvolvi e me capacitei pra compactuar ou cometer esses assédios com colegas ou equipes de liderados".

Sara Matos (@sarainaciamatos): "Minha chefe queria ser chamada de doutora na frente das pessoas"

"Eu tinha 16 anos e consegui o meu primeiro emprego como assistente de uma dentista. Desde o início, ela me deu liberdade pra chamá-la de 'você', então me acostumei com esse tratamento informal. Um dia, o noivo dela apareceu pra fazer uma visita e quando eu precisei falar com ela usando o 'você', ela respondeu: 'pra você é doutora'. Fiquei muito envergonhada e humilhada. Quando estávamos sozinhas, ela me tratava super bem, mas era só aparecer um paciente ou familiar que ela lidava comigo com rispidez. As pessoas realmente acham que não podem ser educadas ou usar o tom de voz correto pra não prejudicar a hierarquia da chefia, mas não é assim. Isso foi tão marcante que nunca mais esqueci. Fiquei tão desconfortável que saí do emprego uma semana depois”.

Não tem como aguentar esse tipo de treta sem ficar nem um pouquinho chateada e, no mundo capilar, algo que tem o mesmo peso no seu bem estar é sair do salão com um resultado final totalmente diferente do que você tinha imaginado. Dá vontade de chorar, sim ou claro? 

Publicado por: Ariel Cristina Borges 

Publicado em: Sexta-feira 24 de novembro de 2017 - 16h37

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